sexta-feira, 12 de junho de 2015

Kit Design, by eroj: 1996 Velez Sarsfield GK

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Velez Sarsfield

Kit Design, by eroj: 1996 Velez Sarsfield - GK

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Chilavert Velez

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Paris Saint Germain

Vasco renova vínculo com a Caixa Econômica Federal até o fim de 2015

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Palmeiras

quinta-feira, 11 de junho de 2015

terça-feira, 9 de junho de 2015

Mediação entre Palmeiras e Wtorre caminha para fim sem acordo

A mediação para solucionar o impasse entre Palmeiras e Wtorre até agora não diminuiu as diferenças entre as partes. Iniciada no começo de dezembro, ela caminha para um final sem acordo. Se isso acontecer, o caso vai para uma corte de arbitragem que dirá quem tem razão.

O blog apurou que os dois lados sustentam praticamente todas as suas posições iniciais. E que representantes da construtora alegam prejuízos milionários com uma suposta demora do Palmeiras em cumprir prazos para liberar áreas da obra. Há até quem queira um ressarcimento. A direção do clube, no entanto, já apresentou a seus conselheiros relatório que aponta atraso nos prazos por parte da construtora.

Uma das principais divergências debatidas na mediação, conduzida por três mediadores, é em relação ao número de cadeiras a serem comercializadas por cada parceiro.

Procurado pelo blog, Kazuo Watanabe, indiciado pelo clube para participar da mediação, não quis dar entrevista. Disse apenas que não há um prazo definido para o fim dos trabalhos.

Governo e prefeitura batem cabeça e atrasam legado do Parque Olímpico

O destino do Parque Olímpico após o Rio-2016 tornou-se um imbróglio difícil de ser resolvido entre o Ministério do Esporte, a prefeitura do Rio e o COB (Comitê Olímpico Brasileiro). O governo federal adiou para o segundo semestre a definição de um plano para o local ao mesmo tempo em que é cobrado pelo prefeito carioca, Eduardo Paes, e pelo Tribunal de Contas da União.

O novelo tem como origem o fato de o local ser de propriedade do município do Rio, mas contar com verbas federais. Então, há uma dúvida sobre quem o administraria após os Jogos. Teoricamente, é o Ministério do Esporte quem deve tomar à frente do processo.

Nesta semana, após reunião com o COI, o ministro do Esporte, George Hilton, reafirmou que cuidará da questão. No Ministério, a informação é de que o legado do Parque está em discussão com o COB e com confederações. Só que o plano tem previsão de ser fechado em agosto.

O prefeito Eduardo Paes cobrou uma solução mais rápida: afirmou que o projeto para o Parque e para o Complexo de Deodoro tem que sair ainda neste semestre. Caso contrário, ele admite traçar o seu próprio plano de legado. Mais do que isso, afirmou que, se quiser ficar com as arenas, o governo federal terá de pagar.

A questão é que a própria prefeitura já recebeu membros do COB, em fevereiro, que apresentaram ideias para uso posterior do parque. A informação foi dada pelo superintendente do comitê, Marcus Vinícius Freire. Quando questionada sobre esse encontro, a Empresa Olímpica informou que a prefeitura não tinha nada a ver com a administração posterior do local, que seria do Ministério.

Fica claro que esse desencontro de informações tem causado atraso no planejamento. O TCU tinha pedido a instalação de um grupo para definir o legado olímpico desde o final de 2013. Em outubro de 2014, constatou atrasos e cobrou um projeto para o Parque Olímpico até fevereiro de 2015.

Nada aconteceu, e o tribunal estendeu o prazo para o governo federal. Agora, a expectativa é de que apenas a um anos dos Jogos que se tenha uma luz sobre o que será do futuro do Parque Olímpico.

Del Nero aposta em superexposição e surpreende deputado crítico da CBF

Desde que eclodiu o escândalo de corrupção na Fifa, Marco Polo Del Nero adotou a estratégia ''quem não deve não teme''. Apostou numa superexposição, aparecendo no noticiário mais da maneira como quer do que pelos desdobramentos das investigações do FBI sobre corrupção na Fifa e na CBF.

Sua tática é oposta à usada por outros brasileiros suspeitos de participação no esquema e que permanecem reclusos. Preso, Marin não colocou seu advogado em contato com a imprensa. Ricardo Teixeira, suspeito de ter recebido propina juntamente com Marin, e J.Hawilla, pagador de subornos confesso, não saíram da toca. Seus advogados não se pronunciaram.

Já Del Nero, logo depois de deixar a Suíça às pressas, sem nem votar na eleição da entidade, deu entrevista coletiva para defender sua inocência. O que se viu em seguida foi uma lotada agenda proativa.

O presidente da CBF se reuniu com presidentes de federações estaduais, visitou a seleção brasileira na Granja Comary, na segunda fez reunião com representantes de clubes e nesta terça prestará esclarecimentos à Comissão de Esportes da Câmara. Na quinta participará de assembleia geral para mudar o estatuto da entidade. Pelo menos uma das alterações visa dar ares de modernidade à CBF: a limitação de uma reeleição para o presidente.

Nesse roteiro, que se parece até com rotina de candidato às vésperas de eleição, o evento mais surpreendente é a presença na Câmara. Del Nero não precisava ir. Ricardo Teixeira, o empresário Kléber Leite e até Marin, mesmo preso, foram convidados. Mas a comissão só anunciou a presença de Del Nero.

Se recusasse o convite, feito a partir de iniciativa do deputado Marcelo Matos (PDT-RJ), o cartola não sofreria nenhuma sanção, mas preferiu aparecer.

A visita surpreendeu Silvio Torres (PSDB-SP), relator da CPI instalada em 2000 para investigar a CBF, membro da comissão e um dos principais críticos da entidade no Congresso Nacional. ''Não sabia que ele vai. Não discutimos sobre convidar o Marco Polo na última reunião e nem fui comunicado sobre a ida dele, como normalmente acontece. É capaz que a sessão esteja até esvaziada'', disse Torres ao blog.

Na Câmara, Del Nero deve repetir o que já disse para presidentes de federações e para a imprensa sem convencer: não mandava durante a gestão Marin, era apenas um vice que cumpria determinações.

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Você acha que Del Nero vai renunciar já? Espere sentado

As últimas movimentações de Marco Polo Del Nero na CBF cheiraram à renúncia. Porém, para cartolas das federações estaduais que estiveram com ele na última reunião da entidade é o típico caso de parece, mas não é.

Parece porque o presidente de confederação demonstrou preocupação com as regras sucessórias da confederação. Marcou para o próximo dia 11 uma assembleia geral na qual federações e clubes votarão mudanças estatuárias. Entre elas, o fim da regra que coloca o vice mais velho como substituto do presidente em caso de vacância.

A olho nu, a medida foi interpretada como uma forma de Del Nero poder escolher seu eventual sucessor, pavimentando sua rota de fuga. Mas, para presidentes de federações foi apenas uma maneira de estancar a crise envolvendo o catarinense Delfim Peixoto, primeiro na linha sucessória.

Parte dos dirigentes de federações estaduais não gostou de ler entrevista na qual o vice disse estar pronto para assumir o cargo. Essa ala exige a extinção da ''regra do mais velho''. Assim, ao mudar o jogo sucessório, Del Nero conquistaria apoio da maioria dos presidentes de federação no momento em que mais precisa se fortalecer.

Além dessa mudança, ele prepara uma alteração para a CBF passe a ter limite de dois mandatos de quatro anos para seus presidentes. Assim, adotaria uma medida que agrada a opinião pública, algo fundamental para o rei que vê seu trono ameaçado.

Enquanto prepara as mudanças, Del Nero não disse a seus interlocutores que pretende renunciar. Na soma de todos os fatores o resultado é que o presidente só renuncia que o FBI mostrar o ''batom na cueca'', se é que existe mancha para ser mostrada. Essa é a opinião dos cartolas mais interessados no futuro da CBF.

Até agora, ele não foi citado nominalmente nos relatórios do ''propinobol'', o escândalo de corrupção que abala o futebol mundial. Mas, há entre os suspeitos um dirigente com credenciais que batem com as suas. Del Nero, que como todo cidadão não pode ser condenado por antecipação, afirma que nunca participou do esquema de propinas.

Relator vai incluir seleção brasileira como patrimônio cultural em MP

O deputado Otávio Leite (PSDB-RJ) deve incluir no texto da Medida Provisória sobre o refinanciamento das dívidas fiscais dos clubes a transformação da seleção brasileira em patrimônio cultural. A regra não fez parte do relatório preliminar da MP, mas é sugerida por parlamentares para que o governo possa ter ingerência sobre a CBF.

Diz o artigo 216 da constituição: ''O poder público, com a colaboração da comunidade, promoverá e protegerá o patrimônio cultural brasileiro, por meio de inventários, registros, vigilância, tombamento e desapropriação, e de outras formas de acautelamento e preservação.'' O mesmo artigo determina que ''os danos e ameaças ao patrimônio cultural serão punidos, na forma da lei''.

O deputado federal Sílvio Torres (PSDB-SP) criou projeto que põe a seleção brasileira como patrimônio cultural. Assim, contratos da CBF relativos à seleção poderiam ser naturalmente analisados pelo Ministério Público sob o argumento de preservar o patrimônio cultural brasileiro.

No senado, Álvaro Dias (PSDB-PR), tem projeto para o futebol ser considerado patrimônio cultural brasileiro. Ele acredita que assim o TCU (Tribunal de Contas da União) poderá fiscalizar a CBF.

Já o senador Zezé Perrella (PDT-MG), ex-presidente do Cruzeiro, sugeriu em reunião da comissão responsável pela MP que a CBF seja transformada em patrimônio cultural, tornando a vigilância do Estado mais direta.

''O projeto do Sílvio Torres me parece o mais adequado, é esse que devo incluir como uma emenda (à MP)'', disse Leite ao blog.

A Medida Provisória ainda precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional. A seleção como patrimônio cultural e outras propostas podem ser cortadas da redação final. Mas, Leite acredita que o escândalo de corrupção na Fifa, com a prisão de José Maria Marin, dará mais força para a aprovação das medidas de fiscalização e transparência da CBF.