Dia dos Avós
domingo, 26 de julho de 2015
sábado, 25 de julho de 2015
sábado, 18 de julho de 2015
Kit Design, by eroj: 1988 Holanda (Home e Away)
Kit Design, by eroj: 1988 Holanda (Home e Away): E por fim a grande campeã Holanda, conquistando seu primeiro título com sua melhor geração depois da de Cruyff, Neeskens e Rensenbrink nos a...
Holanda
quinta-feira, 16 de julho de 2015
Kit Design, by eroj: 1996 Portuguesa (Home, Away e Third)
Kit Design, by eroj: 1996 Portuguesa (Home, Away e Third): Kits da Portuguesa feitos pela Dellerba e usados em 1996, ano em que a equipe foi vice campeã Brasileira, perdendo a final para o Grêmio. E...
Portuguesa
quarta-feira, 15 de julho de 2015
Senadores já falam em nova lei para enquadrar cartolas
O sentimento de ganhou mas não levou faz com que alguns senadores acenem com novos projetos de lei para enquadrar CBF, federações e clubes, após a aprovação da Medida Provisória que refinancia as dívidas dos clubes.
Durante a votação desta segunda, alguns dos senadores já falaram em promover mudanças mais profundas do que a MP, mutilada pelos deputados da bancada da bola e que aguarda a sanção da presidente Dilma Rousseff.
''Mudaram negativamente a MP, então, vou aguardar a sanção, e reunir outros senadores para apresentarmos um projeto de lei recompondo o que foi tirado da Medida Provisória'', disse ao blog a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM).
A ideia dela é fazer virar lei o direito dos atletas de votarem nas eleições das federações estaduais, que estava previsto na MP, mas foi retirado. Quer também a obrigação de investimento maior nas categorias de base e no futebol feminino, entre outras regras.
''Queria entender a força que eles (cartolas) têm para mudarem tanto a MP'', afirmou a senadora. Apesar dessa dúvida cruel, ela foi didática ao explicar seu voto contra a Medida Provisória. Deixou claro como a bancada da bola agiu: atrasou a votação para que ela chegasse ao Senado perto da data em que perderia a validade, próximo dia 17. Se os senadores fizessem emendas para recolocar o que havia sido retirado, o texto teria que voltar à Câmara. Provavelmente, caducaria.
Vanessa foi tão didática que deu nome aos bois. Ou melhor, a um boi: ''Recebi até um pedido do ex-ministro Orlando Silva (deputado federal pelo PCdoB-SP) para que não apresentasse emendas (e adiasse o andamento da MP)'', afirmou a senadora durante a sessão.
Humberto Costa (PT-PE) e Ronaldo Caiado (DEM-GO), também acenaram com novas lei ao justificarem seus votos a favor da MP.
''É um pequeno avanço, importante para um acúmulo de forças para que mais na frente possam ser feitas mudanças mais profundas'', discursou Costa.
''Não sendo cumprida (a MP) faremos outra lei mais específica para CBF e federações'', declarou Caiado.
Por sua vez, Zezé Perrella (PDT-MG), ex-presidente do Cruzeiro, nem precisou ser citado, como Orlando Silva, para mostrar que apito toca. Espontaneamente, revelou o tamanho de sua preocupação com os cartolas ao pedir que os discursos fossem encerrados e a votação feita porque alguns presidentes de clubes estavam lá e precisavam voltar para casa.
Mais interessante foi a demonstração de nível de comprometimento com os clubes de seu Estado dada pelo senador José Agripino (DEM-RN) ao justificar a importância da MP. Declarou que muitas vezes agiu para ajudar times da sua região a conseguir antecipação de receitas a fim de garantir a alegria dos torcedores de seu Estado. Como representante do povo, acredita que é seu dever.
Ainda bem que ele não entrou numa patética discussão sobre quem é o maior clube do nordeste: Bahia ou Santa Cruz. Ou do Brasil: Cruzeiro, defendido por Perrella, ou Flamengo. Foi a cereja no bolo de uma sessão que teve seu presidente, Renan Calheiros (PMDB-RN) falando ao celular, enquanto um dos colegas se dirigia a ele, e o conformismo da maioria com a força da bancada da bola. Tanto que prevaleceu a tese da importância de dar um passo no lugar dos quilômetros de avanço que o texto original proporcionava.
Se estivesse acompanhando a sessão, diante do conjunto da obra, o agora cruzeirense Marinho, poderia repetir sua famosa declaração dada em entrevista nos tempos de Ceará: ''Que m..., hein?''. Você sabe como completar os pontinhos.
Durante a votação desta segunda, alguns dos senadores já falaram em promover mudanças mais profundas do que a MP, mutilada pelos deputados da bancada da bola e que aguarda a sanção da presidente Dilma Rousseff.
''Mudaram negativamente a MP, então, vou aguardar a sanção, e reunir outros senadores para apresentarmos um projeto de lei recompondo o que foi tirado da Medida Provisória'', disse ao blog a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM).
A ideia dela é fazer virar lei o direito dos atletas de votarem nas eleições das federações estaduais, que estava previsto na MP, mas foi retirado. Quer também a obrigação de investimento maior nas categorias de base e no futebol feminino, entre outras regras.
''Queria entender a força que eles (cartolas) têm para mudarem tanto a MP'', afirmou a senadora. Apesar dessa dúvida cruel, ela foi didática ao explicar seu voto contra a Medida Provisória. Deixou claro como a bancada da bola agiu: atrasou a votação para que ela chegasse ao Senado perto da data em que perderia a validade, próximo dia 17. Se os senadores fizessem emendas para recolocar o que havia sido retirado, o texto teria que voltar à Câmara. Provavelmente, caducaria.
Vanessa foi tão didática que deu nome aos bois. Ou melhor, a um boi: ''Recebi até um pedido do ex-ministro Orlando Silva (deputado federal pelo PCdoB-SP) para que não apresentasse emendas (e adiasse o andamento da MP)'', afirmou a senadora durante a sessão.
Humberto Costa (PT-PE) e Ronaldo Caiado (DEM-GO), também acenaram com novas lei ao justificarem seus votos a favor da MP.
''É um pequeno avanço, importante para um acúmulo de forças para que mais na frente possam ser feitas mudanças mais profundas'', discursou Costa.
''Não sendo cumprida (a MP) faremos outra lei mais específica para CBF e federações'', declarou Caiado.
Por sua vez, Zezé Perrella (PDT-MG), ex-presidente do Cruzeiro, nem precisou ser citado, como Orlando Silva, para mostrar que apito toca. Espontaneamente, revelou o tamanho de sua preocupação com os cartolas ao pedir que os discursos fossem encerrados e a votação feita porque alguns presidentes de clubes estavam lá e precisavam voltar para casa.
Mais interessante foi a demonstração de nível de comprometimento com os clubes de seu Estado dada pelo senador José Agripino (DEM-RN) ao justificar a importância da MP. Declarou que muitas vezes agiu para ajudar times da sua região a conseguir antecipação de receitas a fim de garantir a alegria dos torcedores de seu Estado. Como representante do povo, acredita que é seu dever.
Ainda bem que ele não entrou numa patética discussão sobre quem é o maior clube do nordeste: Bahia ou Santa Cruz. Ou do Brasil: Cruzeiro, defendido por Perrella, ou Flamengo. Foi a cereja no bolo de uma sessão que teve seu presidente, Renan Calheiros (PMDB-RN) falando ao celular, enquanto um dos colegas se dirigia a ele, e o conformismo da maioria com a força da bancada da bola. Tanto que prevaleceu a tese da importância de dar um passo no lugar dos quilômetros de avanço que o texto original proporcionava.
Se estivesse acompanhando a sessão, diante do conjunto da obra, o agora cruzeirense Marinho, poderia repetir sua famosa declaração dada em entrevista nos tempos de Ceará: ''Que m..., hein?''. Você sabe como completar os pontinhos.
Pressionado, cartola remunerado do Santos tem permanência assegurada
Conselheiros santistas fazem forte campanha pela demissão do dirigente remunerado Dagoberto Fernando dos Santos. Porém, na contramão desse movimento, o presidente do clube, Modesto Roma Júnior, banca a permanência do executivo.
''Isso [pressão sobre Dagoberto] é bobagem porque ele vai continuar. Não existe outra possibilidade'', afirma Modesto.
Os críticos reclamam que o diretor remunerado ganha muito para um clube endividado e contestam contratações feitas por ele. Casos de Marquinhos, Neto Berola, Nilson e Leonardo.
Nesse cenário, o ex-jogador Clodoaldo, consultor de futebol do Santos, é apontado por parte dos conselheiros como a pessoa ideal para assumir o cargo.
''Isso [pressão sobre Dagoberto] é bobagem porque ele vai continuar. Não existe outra possibilidade'', afirma Modesto.
Os críticos reclamam que o diretor remunerado ganha muito para um clube endividado e contestam contratações feitas por ele. Casos de Marquinhos, Neto Berola, Nilson e Leonardo.
Nesse cenário, o ex-jogador Clodoaldo, consultor de futebol do Santos, é apontado por parte dos conselheiros como a pessoa ideal para assumir o cargo.
sexta-feira, 10 de julho de 2015
Kit Design, by eroj: 1994-95 Fluminense GK
Kit Design, by eroj: 1994-95 Fluminense GK: Camisas da Reebok usadas pelo Fluminense entre 1994 e 1995. O segundo modelo foi usada na final histórica do Carioca de 1995. Em breve essa...
Fluminense
quinta-feira, 9 de julho de 2015
Kit Design, by eroj: 1996-1997 Cruzeiro GK
Kit Design, by eroj: 1996-1997 Cruzeiro GK: Dois modelos bem interessante do Cruzeiro, usados em 1996 e 1997. Em 1996 o clube ainda vestia Finta e a camisa é em comemoração ao modelo ...
Cruzeiro
quarta-feira, 8 de julho de 2015
Kit Design, by eroj: 1988 Holanda GK
Kit Design, by eroj: 1988 Holanda GK: Kits usados pelo goleiro Van Breukelen na conquista Holandesa da Euro 1988, disputada na então Alemanha Ocidental. A Holanda disputou 5 par...
Holanda
terça-feira, 7 de julho de 2015
Kit Design, by eroj: 1995 Grêmio GK
Kit Design, by eroj: 1995 Grêmio GK: Na década de 90, muitos goleiros usavam uniformes bem chamativos e característicos, e o Danrlei eram um dos que mais usavam essas camisas. ...
Grêmio
Kit Design, by eroj: 1994 Guarani GK
Kit Design, by eroj: 1994 Guarani GK: Essa semana vai ser apenas de kits de goleiro, começando com essa do Guarani, usadas na época em que a equipe era muito forte, e revelava no...
Guarani
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