Savio Bortolini
domingo, 24 de abril de 2016
quarta-feira, 20 de abril de 2016
segunda-feira, 11 de abril de 2016
Kit Design, by eroj: 2009-11 Inglaterra (Home e Away)
Kit Design, by eroj: 2009-11 Inglaterra (Home e Away): A Inglaterra fez uma Copa muito ruim em 2010, apesar de mais uma vez ser uma das cabeças de chave e de conseguir avançar para a segunda fase...
Inglaterra
Kit Design, by eroj: 2006 Itália (Home e Away)
Kit Design, by eroj: 2006 Itália (Home e Away): Em 2006 a Itália fechou o ciclo de quatro Copas usando quatro marcas diferente, e fechou com chave de ouro com essas camisas da Puma, que al...
Itália
Kit Design, by eroj: 2010 Itália (Home e Away)
Kit Design, by eroj: 2010 Itália (Home e Away): Finalizo esse especial da Itália com as camisas usadas na Copa de 2010, na África do Sul. Ao empatar com Paraguai e Nova Zelândia, e perder...
Itália
Após morte, FPF costura acordo e jogadores entrarão juntos em clássico
A morte de um homem, baleado durante um confronto entre torcedores de Corinthians e Palmeiras hoje pela manhã, motivou um acordo, costurado pela Federação Paulista de Futebol, por meio da qual jogadores de ambos os times entrarão juntos no gramado para o clássico de hoje, em um ''pedido pela paz''. Tradicionalmente, cada equipe entra enfileirada, mas o protocolo será quebrado.
Além do confronto que culminou na morte de um homem, baleado, foram registradas hoje brigas em estações de transporte público, e nos últimos dias, organizadas invadiram CTs e apedrejaram ônibus.
A mensagem que os jogadores procurarão passar é clara: ''Rivalidade é uma coisa, violência, outra''.
Além do confronto que culminou na morte de um homem, baleado, foram registradas hoje brigas em estações de transporte público, e nos últimos dias, organizadas invadiram CTs e apedrejaram ônibus.
A mensagem que os jogadores procurarão passar é clara: ''Rivalidade é uma coisa, violência, outra''.
Kit Design, by eroj: 1986 Itália (Home e Away)
Kit Design, by eroj: 1986 Itália (Home e Away): Defendendo o titulo conquistado em 1982, a Seleção Italiana jogou o Grupo A junto com Argentina, Bulgária e Coréia do Sul. E com uma vitóri...
Itália
Kit Design, by eroj: 1986 Itália (Home e Away)
Kit Design, by eroj: 1986 Itália (Home e Away): Defendendo o titulo de 1982, a Itália jogou a Copa de 1986 com camisas bem parecidas as usadas 4 anos antes. Feitas pela Diadora, as camisas...
Itália
sexta-feira, 8 de abril de 2016
Conta rejeitada de Fittipaldi tem até carrinho de rolimã de R$ 5,4 mil
A SPTuris, órgão da Prefeitura de São Paulo encarregado de analisar convênio no valor de R$ 7,5 milhões firmado entre o município e a Endurance Racing Eventos Ltda., empresa do ex-campeão de F-1 Emerson Fittipaldi, referente à edição de 2014 da competição Le Mans - 6 Horas de São Paulo, rejeitou esta semana, pela segunda vez, a prestação de contas referente à competição.
O relatório da SPTuris foi enviado à Secretaria de Governo Municipal, com quem foi celebrado o convênio com a Endurance e que dará o posicionamento final. Há a possibilidade de a Prefeitura acionar judicialmente a empresa de Fittipaldi.
Um dos gastos apresentados, mostra relatório da SPTuris ao qual este blog teve acesso, refere-se a ''carrinho de rolimã'' no valor de R$ 5.470,00. Em sites de compras na internet é possível encontrar carrinhos de rolimã por até menos de R$ 100.
Apesar de o convênio celebrado entre Prefeitura e a empresa ter sido de patrocínio, estava previsto que a Endurance teria que comprovar gastos previstos no orçamento e também conceder algumas contrapartidas à Prefeitura de São Paulo.
A prestação de contas foi encaminhada pela Prefeitura para avaliação dos técnicos da gerência de controle de contratos da SPTuris, por eles terem expertise na área de competições automobilísticas. Eles reprovaram a prestação de contas por falta de nota de despesas.
Em caráter excepcional, foi concedido ainda um prazo adicional de 48 horas, para que a Endurance comprovasse de forma integral e satisfatória os gastos, o que não aconteceu.
O documento também aponta que contrapartidas para a Prefeitura, como a disponibilização de uma cota de exemplares do programa oficial, e a cessão de espaço em página dupla no programa oficial de evento com a divulgação do nome da cidade, não foram cumpridas.
Ficou em aberto, no mínimo, um valor superior a R$ 1,4 milhão.
Há, ainda, três recibos, que totalizam R$ 5,9 milhões, que não estão em nome da Endurance Racing Eventos Ltda, com quem a Prefeitura firmou o convênio, mas em nome da EF Marketing LLC (quem tem as iniciais de Emerson Fittipaldi). Para que os recibos sejam aceitos na prestação de contas, a SPTuris exige que seja encartado um contrato celebrado entre as duas empresas.
Para justificar os valores em aberto, a empresa apresentou uma planilha, recibos na avaliação de técnicos sem validade fiscal e documentos que apontam contradições. Segundo relatório da SPTuris, um deles mostra que um dos pagamentos foi feito por meio de três cheques e não em TED, como documentado, e valores diferentes: outro uma quitação apenas parcial de um valor e para outros gastos não são apresentadas as referentes comprovações fiscais.
Além do valor do ''carrinho de rolimã'', há mais itens com valores que causam estranheza, como os itens ''paginação'' e ''projeto editoria'', que juntos somam mais de R$ 81 mil.
Ainda segundo o relatório, a Endurance alegou que alguns recibos ou documentos haviam sido encaminhados à Prefeitura. Porém eles não constavam do ''pacote'' que chegou à SPTuris.
Procurada pelo blog, a assessoria de imprensa de Emerson Fittipaldi enviou, em nota, o seguinte comunicado:
''A prestação de contas não foi rejeitada. Continua em análise, Da nossa parte [Fittipaldi], o evento foi organizado nos mesmos parâmetros que nem em 2012 e 2013 quando a Prefeitura aprovou a prestação de contas.''
O relatório da SPTuris foi enviado à Secretaria de Governo Municipal, com quem foi celebrado o convênio com a Endurance e que dará o posicionamento final. Há a possibilidade de a Prefeitura acionar judicialmente a empresa de Fittipaldi.
Um dos gastos apresentados, mostra relatório da SPTuris ao qual este blog teve acesso, refere-se a ''carrinho de rolimã'' no valor de R$ 5.470,00. Em sites de compras na internet é possível encontrar carrinhos de rolimã por até menos de R$ 100.
Apesar de o convênio celebrado entre Prefeitura e a empresa ter sido de patrocínio, estava previsto que a Endurance teria que comprovar gastos previstos no orçamento e também conceder algumas contrapartidas à Prefeitura de São Paulo.
A prestação de contas foi encaminhada pela Prefeitura para avaliação dos técnicos da gerência de controle de contratos da SPTuris, por eles terem expertise na área de competições automobilísticas. Eles reprovaram a prestação de contas por falta de nota de despesas.
Em caráter excepcional, foi concedido ainda um prazo adicional de 48 horas, para que a Endurance comprovasse de forma integral e satisfatória os gastos, o que não aconteceu.
O documento também aponta que contrapartidas para a Prefeitura, como a disponibilização de uma cota de exemplares do programa oficial, e a cessão de espaço em página dupla no programa oficial de evento com a divulgação do nome da cidade, não foram cumpridas.
Ficou em aberto, no mínimo, um valor superior a R$ 1,4 milhão.
Há, ainda, três recibos, que totalizam R$ 5,9 milhões, que não estão em nome da Endurance Racing Eventos Ltda, com quem a Prefeitura firmou o convênio, mas em nome da EF Marketing LLC (quem tem as iniciais de Emerson Fittipaldi). Para que os recibos sejam aceitos na prestação de contas, a SPTuris exige que seja encartado um contrato celebrado entre as duas empresas.
Para justificar os valores em aberto, a empresa apresentou uma planilha, recibos na avaliação de técnicos sem validade fiscal e documentos que apontam contradições. Segundo relatório da SPTuris, um deles mostra que um dos pagamentos foi feito por meio de três cheques e não em TED, como documentado, e valores diferentes: outro uma quitação apenas parcial de um valor e para outros gastos não são apresentadas as referentes comprovações fiscais.
Além do valor do ''carrinho de rolimã'', há mais itens com valores que causam estranheza, como os itens ''paginação'' e ''projeto editoria'', que juntos somam mais de R$ 81 mil.
Ainda segundo o relatório, a Endurance alegou que alguns recibos ou documentos haviam sido encaminhados à Prefeitura. Porém eles não constavam do ''pacote'' que chegou à SPTuris.
Procurada pelo blog, a assessoria de imprensa de Emerson Fittipaldi enviou, em nota, o seguinte comunicado:
''A prestação de contas não foi rejeitada. Continua em análise, Da nossa parte [Fittipaldi], o evento foi organizado nos mesmos parâmetros que nem em 2012 e 2013 quando a Prefeitura aprovou a prestação de contas.''
Na CBF, Dunga rejeitou empresa que revolucionou futebol alemão
Há uma história que revela a incapacidade de a CBF em se utilizar de experiências bem-sucedidas do futebol pelo mundo. A comissão técnica da seleção, composta pelo técnico Dunga e o coordenador Gilmar Rinaldi, rejeitou uma parceria com a empresa belga Double Pass, responsável pela reestruturação da base do futebol alemão. Vamos a ela.
Em abril de 2015, o secretário-geral da confederação, Walter Feldman, foi atrás dessa empresa para estudar uma parceria, como mostrou o blog. Nesta sexta-feira, o blogueiro de ''O Globo'', Carlos Eduardo Mansur, revelou que a Double Pass acabou rejeitada na confederação.
Sim, é verdade. E os responsáveis por rechaçar a empresa foram Dunga e Gilmar Rinaldi. Após pedido de Feldman, os dois estiveram reunidos com representantes da Double Pass durante o ano de 2015.
Neste encontro, a empresa mostrou o trabalho de certificação que faz para a Federação Alemã e para a Bundesliga. Basicamente, a Double Pass cria uma série de regras a serem cumpridas nas divisões de base dos times: estrutura do departamento, práticas de treinos, tamanho do staff, etc. São dadas notas a todos os clubes que têm de atingir determinados parâmetros.
Esse trabalho é considerado um dos pilares do desenvolvimento do futebol alemão nos últimos dez anos. A própria federação exalta esse tipo de prática em seus relatórios anuais. Além da Alemanha, são parceiros da empresa a Premier League, a Bélgica, os EUA e a ECA (Associação europeia de clubes).
Essa exposição foi feita a Dunga e Gilmar Rinaldi. Os dois passaram a maior parte do tempo calados e se mostraram desinteressados no tema - até entediados, segundo relato da reunião. Ao final, Dunga criticou o que foi apresentado e disse que esse tipo de trabalho não se encaixaria no Brasil porque cada time trabalha de uma forma diferente. Ou seja, não seria possível haver uma padronização.
Enfim, rejeitou a ideia. Com a atitude de seu técnico, a diretoria da CBF desistiu de contratar os serviços da Double Pass.
PS Esse blog não publicou essa história antes a pedido de uma fonte envolvida no caso. Como o colega Carlos Eduardo Mansur revelou a rejeição da CBF, esse pedido deixou de fazer sentido e por isso conto as informações sobre a reunião.
Em abril de 2015, o secretário-geral da confederação, Walter Feldman, foi atrás dessa empresa para estudar uma parceria, como mostrou o blog. Nesta sexta-feira, o blogueiro de ''O Globo'', Carlos Eduardo Mansur, revelou que a Double Pass acabou rejeitada na confederação.
Sim, é verdade. E os responsáveis por rechaçar a empresa foram Dunga e Gilmar Rinaldi. Após pedido de Feldman, os dois estiveram reunidos com representantes da Double Pass durante o ano de 2015.
Neste encontro, a empresa mostrou o trabalho de certificação que faz para a Federação Alemã e para a Bundesliga. Basicamente, a Double Pass cria uma série de regras a serem cumpridas nas divisões de base dos times: estrutura do departamento, práticas de treinos, tamanho do staff, etc. São dadas notas a todos os clubes que têm de atingir determinados parâmetros.
Esse trabalho é considerado um dos pilares do desenvolvimento do futebol alemão nos últimos dez anos. A própria federação exalta esse tipo de prática em seus relatórios anuais. Além da Alemanha, são parceiros da empresa a Premier League, a Bélgica, os EUA e a ECA (Associação europeia de clubes).
Essa exposição foi feita a Dunga e Gilmar Rinaldi. Os dois passaram a maior parte do tempo calados e se mostraram desinteressados no tema - até entediados, segundo relato da reunião. Ao final, Dunga criticou o que foi apresentado e disse que esse tipo de trabalho não se encaixaria no Brasil porque cada time trabalha de uma forma diferente. Ou seja, não seria possível haver uma padronização.
Enfim, rejeitou a ideia. Com a atitude de seu técnico, a diretoria da CBF desistiu de contratar os serviços da Double Pass.
PS Esse blog não publicou essa história antes a pedido de uma fonte envolvida no caso. Como o colega Carlos Eduardo Mansur revelou a rejeição da CBF, esse pedido deixou de fazer sentido e por isso conto as informações sobre a reunião.
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