A mediação para solucionar o impasse entre Palmeiras e Wtorre até agora não diminuiu as diferenças entre as partes. Iniciada no começo de dezembro, ela caminha para um final sem acordo. Se isso acontecer, o caso vai para uma corte de arbitragem que dirá quem tem razão.
O blog apurou que os dois lados sustentam praticamente todas as suas posições iniciais. E que representantes da construtora alegam prejuízos milionários com uma suposta demora do Palmeiras em cumprir prazos para liberar áreas da obra. Há até quem queira um ressarcimento. A direção do clube, no entanto, já apresentou a seus conselheiros relatório que aponta atraso nos prazos por parte da construtora.
Uma das principais divergências debatidas na mediação, conduzida por três mediadores, é em relação ao número de cadeiras a serem comercializadas por cada parceiro.
Procurado pelo blog, Kazuo Watanabe, indiciado pelo clube para participar da mediação, não quis dar entrevista. Disse apenas que não há um prazo definido para o fim dos trabalhos.

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